Sábado, 26 de Maio de 2012
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29/01/2012 - 00h38
Fonte: Valor Online
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SÃO PAULO - O secretário da Casa Civil do governo de São Paulo, Sidney Beraldo (PSDB), disse que não viu nenhuma atitude do ministro Gilberto Carvalho (PT), da Secretaria-Geral da Presidência, ou do governo federal para resolver o problema das famílias que ocuparam uma área no bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos - representantes do governo federal têm criticado a ação da Polícia Militar na área, que Carvalho chamou de “terrorista“.
“Ele [Gilberto Carvalho] está no poder desde 2003. Não tenho conhecimento de nenhuma atitude, nenhuma medida, que tenha sido tomada por ele ou pelo governo federal para solucionar o problema da ocupação, que ocorreu em fevereiro de 2004”, afirmou Beraldo.
Na opinião do secretário, o petista confundiu os papéis e antecipou a disputa eleitoral. “Ele misturou as atribuições de ministro com as de militante partidário e perdeu a oportunidade de ficar quieto”, disse o tucano.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), não quis entrar na polêmica com o governo federal, com quem tem mantido uma relação próxima desde que a presidente Dilma Rousseff (PT) assumiu.
O tucano preferiu destacar a construção de cinco mil unidades habitacionais em São José dos Campos, anunciada quinta-feira, e o pagamento de R$ 500 de aluguel social para as 1,3 mil famílias do Pinheirinho.
Alckmin e Beraldo estiveram na manhã deste sábado na convenção do PRB de São Paulo para eleger a nova diretoria estadual e municipal e lançar a candidatura do ex-deputado federal Celso Russomano à Prefeitura de São Paulo.
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