Quarta, 08 de Fevereiro de 2012
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07/12/2009 - 15h05
Fonte: G1
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Na semana em que o Democratas deve decidir o futuro do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), na legenda, um morador de Ceilândia, cidade próxima a Brasília, resolveu se postar na entrada da residência oficial para contrariar a pressão popular pela renúncia e manifestar solidariedade a Arruda nesta segunda-feira (7). Nos últimos dias, várias pichações contra o governador foram feitas pela cidade.
Solitário, o comerciante Fernando Lobo, 45 anos, saiu 9h da manhã de sua casa, que fica a cerca de 15 quilômetros da residência oficial, para empunhar uma faixa amarela com a mensagem: “Deixa o homem trabalhar.”
Paraense de nascimento, Lobo vive há 27 anos em Brasília e jura não se importar com os palavrões que ouve dos motoristas que passam pelo local do seu protesto. “Me chamam de vagabundo e outras coisas que não dá para dizer, mas eu não ligo. Tudo isso que está acontecendo é um problema do governo passado e eu não posso ir contra esse governo, que faz tantas obras”, afirma Lobo, que jura não conhecer Arruda ou qualquer integrante do governo.
Na avaliação do comerciante, o vídeo em que o governador aparece recebendo dinheiro de Durval Barbosa, ex-integrante do governo passado, de Joaquim Roriz (PSC), e ex-secretário de Relações Institucionais do próprio Arruda não é motivo suficiente para justificar a pressão popular pela renúncia do governador do DEM.
“Concordo que tem que ser investigado. Mas isso já ocorreu há muito tempo. Tem que deixar o homem trabalhar”, afirma Lobo, que promete permanecer durante todo o período da tarde desta segunda na frente da residência de Arruda. “Vou ficar aqui a tarde toda ou durante o tempo em que a fome deixar”, complementa.
Nos últimos dias, com vídeos do esquema sendo divulgados na imprensa e novas denúncias sendo feitas contra o governador, diversas pichações contra Arruda começaram a ser vistas pelo Distrito Federal.
Batizado de “Mensalão do DEM de Brasília”, o escândalo começou no dia 27 de novembro, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Caixa de Pandora. No inquérito, o governador Arruda é apontado como o comandante de um esquema de distribuição de propina a deputados distritais aliados, empresários e membros do governo.
Sem comparecer a compromissos oficiais de governo desde que o escândalo estourou, Arruda vai passar o dia tratando de assuntos internos na residência oficial. Segundo sua assessoria, a agenda não prevê compromissos externos e o governador não deve comentar as denúncias do fim de semana sobre o crescimento do seu patrimônio, por exemplo.
Robson Bonin
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Lauro
21/12/2009 - 05h21 | Umuarama / PR
Deixa O Capanga do Acm Roubar Em Paz.
Essa besta deve ser parente da merda que foi eleito em honduras