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01/09/2010 - 14h26
Fonte: G1
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A coligação Todos Juntos por Minas Gerais (PMDB/PT/PC do B e PRB) disse que vai recorrer, nesta quinta-feira (2), da sentença do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), que condenou o candidato a governador de Minas Hélio Costa a pagar uma multa no valor de R$ 5.320.
A pena foi determinada porque a Justiça entendeu que Costa fez propaganda eleitoral irregular no prédio da Prefeitura de Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em uma visita feita no dia 12 de julho. O plenário não acolheu a solicitação da cassação dos registros de Costa e do vice Patrus Ananias.
A juíza Áurea Brasil avaliou que "é inconteste nos autos, e restou demonstrado à sociedade, que o candidato Hélio Costa, em campanha política para o cargo de governador do estado, promoveu passeata em Vespasiano”.
Antes de iniciar a passeata, o candidato foi recebido pelo prefeito da cidade, Carlos Murta (PMDB), na sede da prefeitura, juntamente com as demais pessoas que vieram a acompanhá-lo na caminhada.
O advogado da coligação Todos Juntos por Minas, Mateus Moura, disse que o candidato Hélio Costa fez, apenas, uma visita de cortesia ao prefeito Carlos Murta. “O que a lei proíbe é a cessão do prédio público. Visitação não tem problema”.
Ainda segundo Moura, houve um excesso de rigor da Justiça Eleitoral com relação ao caso de Hélio Costa. “O governador Antonio Anastasia, por exemplo, visita prédios públicos praticamente todos os dias. Será que um senador da República não pode visitar um prefeito”, questionou. Moura disse ainda que havia mais pessoas com Costa e que naquele dia não houve distribuição de material de propaganda.
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