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Regional: Manifestação Assine Nosso Feed

28/01/2012 - 19h00

Fonte: IG

Após Kassab, secretário de Alckmin enfrenta manifestantes em SP

Andrea Matarazzo pré-candidato tucano à Prefeitura da capital, diz que protestos contra ações da PM "foram truculentos"

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O secretário da Cultura do Estado de São Paulo e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Andrea Matarazzo (PSDB), enfrentou manifestantes durante protesto em repúdio às ações da Polícia Militar na reintegração de posse do terreno Pinheirinho, em São José dos Campos, na Cracolândia e na Universidade de São Paulo.

O protesto ocorreu durante a inauguração do Museu de Arte Contemporânea da USP, no Palácio da Agricultura, onde se localizava o antigo prédio do Detran, neste sábado.

Na última quarta-feira, foi a vez do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), enfrentar manifestantes. O prefeito teve dificuldade para sair da Catedral da Sé, onde aconteceu uma missa em comemoração aos 458 anos da cidade de São Paulo. Cerca de 200 pessoas protestam contra as intervenções da Polícia Militar.

"Nazi-PTista"

No Twitter, o líder do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo, vereador Floriano Pesaro, criticou a manifestação.

"Incrível o PT estimular a violencia +uma vez "A la Ze Dirceu". Ano Eleitoral. Pratica Nazi-PTista. Atirar ovos, pedras, cadeiras, estilo Ze Mensalao Dirceu. Eram todos filhos de papai, truculentos. Atitudes Nazistas marcaram as manifestações", publicou o vereador.

"Limite da democracia"

O secretário da Cultura divulgou nota lamentando a agressão sofrida. O texto afirma que "grupo de manifestantes tentou impedi-lo de sair do local jogando objetos, com intimidação pessoal, hostilizando não apenas o secretário, como visitantes e convidados, alguns deles idosos".

Segundo a nota, o secretário "respeita o direito de qualquer pessoa de se expressar publicamente e defender suas opiniões, desde que o espaço e integridade física do outro também sejam respeitados".

“Era um momento de festa para a cidade, temos orgulho de presentear São Paulo com a nova sede do MAC. Jamais esperava que politizassem o evento e não há como encarar o que ocorreu de outra forma: foram atos de truculência.

Fui agredido fisicamente durante a manifestação e esse é o limite da democracia, ninguém pode tirar o direito do outro de ir e vir, era apenas isso que eu tentava fazer. Essas pessoas não têm a mínima noção do que é cidadania”, diz o secretário.

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