Sexta, 25 de Maio de 2012
Eleito dois anos como Melhor Site de Política pelo Prêmio iBEST -->
26/01/2012 - 03h27
Fonte: IG
Altere o tamanho da letra: A- A+

O funcionário público Aluísio Pereira estava passando em frente a prédio que desabou por volta das 20h30 desta quarta-feira (25) na Rua Treze de Maio, no centro do Rio de Janeiro, mas do outro lado da rua.
“A gente vê pessoas morrerem e não pode ajudar”, lamentou.
A primeira reação de Aluísio foi correr para tentar ajudar a prestar socorro, mas a imensa nuvem de poeira impedia a visão. Mesmo assim, ele tirou a camiseta, amarrou no rosto e tentou encontrar possíveis vítimas.
“Só não morri porque, por sorte, estava do outro lado da rua”, contou.
Neste momento, começou um forte cheiro de gás.
A autônoma Rosângela Valério estava num prédio ao lado do Teatro Municipal quando o desabamento aconteceu. Ela não chegou a ouvir o barulho da queda do edifício. Mas quando deixou o prédio levou um susto com o cenário de guerra que estava armado em toda a área.
“Tinha muita poeira por todo lado, pessoas gritando e chorando e as placas que sinalizam as ruas do bairro estavam todas tortas”, relatou.
“Parecia que o Rio tinha sido atingido por um atentado terrorista ou estava em guerra”.
O empresário Valdemar tinha saído de seu escritório, no 15º andar, há quinze minutos quando o prédio desabou. Ele estava no táxi e ouviu a história pelo rádio. Pediu para o motorista voltar. “Se eu estivesse lá dentro, estaria morto agora”, afirmou ele.
Seja o primeiro a comentar esta notícia, clique aqui!
Os direitos autorais desta página são protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998 - © Copyright 2012 VoteBrasil