Segunda, 21 de Maio de 2012
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14/09/2009 - 22h07
Fonte: AE
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NOVA YORK - Os investidores que acompanharam a apresentação do novo marco regulatório para o pré-sal, em Nova York, demonstraram inúmeras dúvidas sobre como será o procedimento de precificação dos barris de petróleo que o governo irá transferir para a Petrobras. Também foram levantadas questões sobre o "barulho" em torno do novo marco, as expectativas sobre a votação no Congresso e o tamanho do poder que a Petro-sal terá no novo modelo. Os analistas tentam entender por que a estatal tem pressa para conduzir a emissão de ações.
Na maioria, as questões vieram de analistas de bancos de investimentos. O presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, classificou as perguntas como muito justas e natural em face das questões que ainda não têm respostas precisas. Afinal, argumentou ele, não se sabe o comportamento da reserva e qual será o preço do óleo no futuro. "Ha muitas incertezas, o que é natural neste tipo de negócio". O investidor que questionou sobre se a Petro-sal teria mais poderes que as outras companhias, ouviu do presidente da Petrobras que será necessário conviver com isso. "A Petro-sal estará no comitê de operação", lembrou ele.
Ao ser questionado se está confiante sobre aprovação do novo modelo no Congresso, o executivo reconheceu que não há certeza. "Isso é democracia, e democracia, às vezes, tem surpresa". Gabrielli disse que a nova lei é a forma mais adequada para (ajustar) os ganhos de produção entre as empresas e o povo brasileiro. "Tudo faz parte da democracia. É melhor ter discussões do que decisão autoritária".
NALU FERNANDES
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Br1000
14/09/2009 - 23h52 | Florianópolis / SC
Discutir Democraticamente?
Só esqueceram de dizer a ele que o Lulelé democraticamente determina o que ele pode ou não dizer nestes questionamentos.