Quarta, 08 de Fevereiro de 2012
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Humberto Mesquita

Jornalista profissional com 30 anos de experiência em revistas, jornais, emissora de rádio e TV. Repórter especial da Rede Tupy de Televisão; apresentador de Debates Políticos nas TVs Bandeirantes, (Xeque Mate) Tupy (Pinga Fogo) e SBT (Debate) e “Isto é Brasil” (SBT).Hoje na Rádio Atual FM 94,1 o “Destaque Atual” programa de noticias e entrevistas.
06/03/2010 - 01h49
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Um tufão na China mata 115 pessoas e fere 1.800 outras.
Tempestade provoca tragédia na Ilha da Madeira, em Portugal.
Derretimento de geleiras amedronta o mundo.
Tempestade na França deixa um saldo de 50 mortes e um milhão de casas sem energia.
Um tsunami, violenta manifestação da natureza, castigou a Ásia e a costa leste da África, deixando 280 mil mortos.
Tremor de magnitude 7 matou mais de 300 mil pessoas no Haiti.
Tragédia no Chile. Tremor de 8.8 graus na escala Ritcher acompanhado de tsunamis e novos tremores mata centenas de pessoas no Chile.
Melborne conhece temperatura de 47 graus e o ano está sendo um dos mais quentes da história do planeta.
No Brasil o reflexo está provocando duas conseqüências imediatas: secas no Norte e Nordeste e muita chuva no sul e sudeste.
Essas e outras noticias fazem parte do nosso cotidiano. As cidades estão sendo destruídas, pessoas morrendo, muitos desabamentos, rios transbordando e o homem impávido assiste a tudo com a maior naturalidade. A ambição não tem limites mesmo que isso represente num futuro muito próximo a sua morte.
O homem não parou ainda para pensar no crime que está cometendo contra ele mesmo e insiste em destruir o único lugar que ele tem para viver.
Obcecado pela idéia de desenvolvimento, ele se recusa a mudar com a maior urgência, como deveria ser, o seu comportamento nocivo perante o meio ambiente.
O homem precisa da água, do ar, e do alimento para sua sobrevivência, mas ele prefere buscar formas de desenvolvimento industrial, mesmo que isso represente a destruição das suas formas de vida. Os paises mais responsáveis pela destruição atmosférica como Estados Unidos e China se recusam a adotar medidas que reduzam a emissão de poluentes.
Não bastam os horrores provocados pelo furacão Katrina, pelos tsunamis, terremotos e maremotos, tempestades com inundações nos quatro cantos do planeta. A ambição do homem é maior e ele é cego diante da terrível realidade que se aproxima.
O mundo está sendo destruído. Esse é o verdadeiro fim do mundo tão pregado pelos profetas do Apocalipse. Não precisa ser profeta para prever a tragédia que se aproxima.
Mais perto é o pensamento indígena que diz com a sua singular “inteligência:”Quando a última árvore for derrubada, o último rio secar, o último peixe for morto, é que o homem branco vai saber que dinheiro não se come”.
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